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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Preenchimento facial com ácido hialurônico: tratamento para rugas

O que é o preenchimento facial com ácido hialurônico

O preenchimento facial é um procedimento para embelezamento e reestruturação da pele envelhecida. O ácido hialurônico é uma das substâncias usadas para esta finalidade. Ele preenche rugas e sulcos, além de melhorar o contorno facial. Pode também ser utilizado para aumentar o volume dos lábios.

Como é feito o preenchimento facial

O procedimento é efetuado em consultórios e clínicas, com anestesia local ou simplesmente tópica, com agulhas ou cânulas. Como existem diversas formas de aplicações - desde a derme superficial, derme profunda e até o tecido subcutâneo -, existem inúmeros calibres e diversas dimensões de agulhas e cânulas para estas formas de aplicação. Para preenchimento dos lábios é feito um bloqueio anestésico, ou seja, a injeção é aplicada bloqueando o nervo dessa região, como a anestesia feita em procedimentos odontológicos.

Como age o ácido hialurônico


Profissional apto a realizar o procedimento O acido hialurônico preenche o espaço entre as células e, em função da sua capacidade de atrair água para o local em que foi aplicado, ele melhora não só asrugas como também a hidratação da pele. 

O preenchimento facial com ácido hialurônico deve ser feito por médicos, preferencialmente especialistas em estética, como o cirurgião plástico e o dermatologista.

Principais aplicações

A dermatologista Geana Lima, do Studio e Laser Centro Estético, conta que as principais aplicações do ácido hialurônico são: no sulco nasolabial (famoso "bigode chinês"), nos lábios e na região supra labial, na goteira lacrimal (área das olheiras), maçãs do rosto, contorno de mandíbula, além de preencher cicatrizes da face.

Contraindicações

Portadores de doenças autoimunes em atividade, como o Lúpus Eritematoso Sistêmico, grávidas, mulheres em processo de amamentação, pessoas imunossuprimidas, pessoas com alergia a qualquer componente da formulação e com inflamação ou infecção no local a ser tratado não devem submeter-se a estes procedimentos.

Idade mínima

O dermatologista Jayme de Oliveira Filho explica que não há idade mínima para que seja feito o preenchimento facial com ácido hialurônico. No entanto, a procura por esse método começa por volta dos 25 anos.

Sessões de preenchimento facial com ácido hialurônico

Normalmente uma sessão é suficiente, mas caso os resultados ainda não estejam satisfatórios, é possível fazer um retoque.

Resultado do preenchimento facial com ácido hialurônico

Os efeitos do preenchimento facial com ácido hialurônico aparecem logo após o tratamento, mas se tornam mais visíveis uma semana após a sessão, momento em que o inchaço do rosto é amenizado.

Tempo de duração dos efeitos

Ele não é permanente e pode ficar no local de aplicação por um período de 12 a 20 meses, sendo reabsorvido paulatinamente pelo organismo.  

Cuidados anteriores

 O paciente não deve tomar anticoagulantes antes do tratamento.                                                                        

Outros possíveis usos do ácido hialurônico

O ácido hialurônico tem outras aplicações, como por exemplo na composição de cremes hidratantes e cosméticos.

Cuidados após o preenchimento facial com ácido hialurônico

A dermatologista Geana Lima recomenda evitar massagens no local da aplicação nas seis horas posteriores ao preenchimento facial. Depois desse período o paciente está liberado para realizar limpeza suave, aplicar proteção solar e maquiagens. O protetor solar previne o aparecimento de manchas na região das equimoses (manchas arroxeadas na pele). A especialista recomenda evitar atividades físicas nas 24 horas após o procedimento.

Efeitos adversos do preenchimento facial com ácido hialurônico

O ácido hialurônico é um componente natural da derme de nossa pele. Por esta razão, raras vezes condiciona a algum efeito adverso. Mas podem ocorrer equimoses e inchaço.

Fontes consultadas

Dermatologista Jayme de Oliveira Filho (CRM-SP 28653), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica-SBCD. 

Dermatologista Geana Lima (CRM: 99005), do Studio e Laser Centro Estético.

Fonte: Minha Vida

sábado, 3 de agosto de 2013

Aprenda a controlar seu apetite em oito passos

Reduzir o consumo de açúcares e gorduras é a principal mudança.
Em um contexto que engloba a correria do dia a dia e o aumento das ofertas de inúmeras tentações culinárias, fazer dieta realmente não é uma tarefa das mais fáceis - é preciso muita força de vontade.
A loucura da vida moderna nos suga todo o tempo livre e a comida fácil, rápida ou pronta como as redes de fast-food, ricas em gordura,sal e açúcares, ganha mais espaço nas prateleiras de supermercados, fachadas de lojas e deliverys, sempre pronta para nos fazer ganhar mais tempo com sua rapidez e praticidade. Isso sem falar nas propagandas com imagens deliciosas e altamente tentadoras que nos fazem, quase sem querer, sair do sofá para um rápido ataque à geladeira. Pensamos em comida quase o tempo todo - é um estímulo atrás do outro, e que nos faz comer cada vez mais e com pior qualidade, tornando-nos propensos ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de doenças ligadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, entre outros.

Mas comida vicia?

Diversos estudos vêm constatando a perigosa relação do açúcar, sal e gorduras no aumento da produção de hormônios que causam a sensação de bem estar, como a dopamina e a serotonina, neurotransmissores que aumentam a fome. Em um ciclo vicioso, a sensação de bem estar que alimentos ricos em açúcar, sal e gordura proporcionam é de pouca duração e para mantê-la é necessário recorrer cada vez mais às guloseimas e em doses cada vez maiores. Não é à toa que esses ingredientes são a base da comida fast-food.
Com os alimentos ricos em açúcar, a sensação de satisfação vai se desfazendo na medida em que a insulina, substância produzida pelo pâncreas, vai saindo de cena, e quanto mais a insulina cai mais o corpo pede por ela, aumentando assim as estatísticas do aumento de diabetes, principalmente entre crianças e adultos com obesidade.
Hoje a recomendação dada para o açúcar refinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a de no máximo 10% do total das calorias ingeridas diariamente. Ou seja, se sua dieta for de 2000 calorias, sua ingesta deverá ser de até 200 calorias, o que dá um pouco menos de 2 colheres (sopa) de açúcar refinado ao dia. O que poucos seguem.
Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça
O correto é trocar o açúcar refinado, cheio de calorias vazias, pelo açúcar mascavo, repleto de nutrientes importantes, como selênio, vitaminas do grupo B e zinco. Lembrando, porém, que esse açúcar tem calorias e não devemos exagerar nas quantidades. Para pessoas que tem diabetes ou obesidade, o mais indicado é o uso de adoçantes em substituição ao açúcar branco.

E a gordura?

Dizem que o limite entre o prazer e o vício é a perda de controle sobre a quantidade que se vai ingerir. Mas a grande dúvida é: comemos mais do que o necessário porque somos esfomeados ou somos esfomeados porque os alimentos ricos em açúcar e gorduras nos fazem comer mais? Todos sabemos que a gordura aumenta o sabor da comida, portanto é necessário não se tornar refém desse sabor.
A gordura executa um papel importante para o desenvolvimento e manutenção do nosso corpo e devem estar inseridas em nossa alimentação diária, mas é necessário escolher sempre boas fontes e evitar o excesso de gordura saturada, que está presente nas carnes, queijos e frituras. Gordura saturada em excesso aumenta o colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardíacas.
Assim, algumas pessoas ao se darem conta que estão engordando resolvem iniciar dietas que prometem milagres sem ter que alterar muito seus hábitos alimentares, cortando de maneira aleatória grupos alimentares importantes para manter sua energia, saúde e imunidade em dia. Dietas malucas ou muito restritivas, como passar horas sem se alimentar, podem até trazer resultados rápidos, mas com certeza não serão duradouros, é muito complicado e difícil manter uma dieta aonde grupos inteiros devem ser cortados e a volta ao peso anterior se dará de forma rápida, o famoso efeito sanfona. Ter uma alimentação equilibrada e de bom senso, sem cortes radicais pode ser a melhor forma de você conseguir atingir seus objetivos, perder o peso em excesso sem comprometer sua saúde. 

Como controlar seu apetite em oito passos

No corre corre diário é comum para algumas pessoas pular o café da manhã ou almoçar muito pouco, não se alimentando de maneira correta - e com isso, invariavelmente à noite sua fome estará incontrolável, e beliscar até a próxima refeição acabará sendo inevitável.
Saber como controlar a fome é imprescindível para que você emagreça, e alimentar-se a cada três horas é o primeiro passo para não correr o risco de se descontrolar e atacar tudo o que vier pela frente quando a fome chegar. Inverta de forma gradativa esse quadro, comece o dia com um café da manhã reforçado e vá diminuindo as quantidades do que você come no decorrer do dia.
  • Invista em atividade física, ela é fundamental para sua saúde e qualidade de vida. Ela ajudará você a emagrecer e se manter magro
  • Mantenha uma alimentação balanceada, com todos os grupos alimentares, proteínas, gorduras boas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Mudanças de estilo de vida são muito eficazes no tratamento de emagrecimento
  • Aposte em alimentos termogênicos, capazes de aumentar o gasto calórico do organismo. Nessa lista, você encontra pimenta, chá verde, gengibre e outros
  • Faça check-ups periódicos, pois seu corpo precisa estar em equilíbrio para que você possa emagrecer sem riscos, e só fazendo os exames médicos da parte clínica, nutricional e hormonal você poderá detectar os entraves metabólicos que emperram a perda de peso
  • Aumente a ingestão de fibras, que além de melhorar o trato intestinal aumenta a sensação de saciedade
  • Use medicamentos quando necessário, como no caso da obesidade, que é uma doença de causa multifatorial e complexa, que em muitos casos necessita ser tratada com diversas estratégias, inclusive com o uso de medicamentos, que devem ser usados de maneira criteriosa e após avaliação detalhada do histórico do paciente
  • Diminua o estresse, pois estudos demonstram que o ganho de peso e os níveis de cortisol (conhecido como hormônio do estresse) estão intimamente ligados, ou seja, quanto maior o estresse, maior é o nível do cortisol e maior é a facilidade com que o indivíduo ganha peso. A má alimentação e sedentarismo fazem parte do círculo vicioso em que o indivíduo está inserido e para interromper este ciclo é necessário a adoção de hábitos e atividades que melhorem a qualidade de vida, como atividades ao ar livre, caminhadas e atividades lúdicas
  • Diminua o consumo de açúcares e gorduras, pelos motivos descritos acima na matéria e segundo a Associação de Neurociências do Canadá, existem pessoas que são mais vulneráveis a se viciarem em alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcares e gorduras, portanto evite-os!

    Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Sopa de mandioquinha com gengibre

Sopa com toque diferente (Foto: Divulgação)
Para quem não estava preparado para tanto frio e quer se esquentar, que tal uma sopa de mandioquinha com gengibre? Tudo para espantar esse ar gelado que tomou conta do Brasil! 

Ingredientes :
  • 1 kg de mandioquinha
  • 1 cebola picada
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 litro de água
  • 1 colher de sopa de gengibre ralado
  • 1 litro de leite
  • ½  litro de creme de leite
  • sal a gosto


Modo de preparo:

  • Numa panela aqueça a manteiga, refogue a cebola e acrescente a mandioquinha cortada em cubos e a água e deixe cozinhar bem.
  • Retire da panela e bata no liquidificador com o leite até dissolver completamente.
  • Coloque novamente numa panela, acrescente o gengibre ralado, o sal, deixando ferver para a absorção do sabor do gengibre.
  • Acrescente o creme de leite light, prove o tempero e sirva.
Serve até 8 pessoas.
*Receita cedida pela chef Lourdes Bottura do restaurante Badebec

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Violência física e emocional na infância eleva chance de vícios na vida adulta


Estudo mostra que maus tratos na infância também triplica o risco de depressão na criança. Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriu que o abuso infantil físico e emocional pode até triplicar o risco de uma criança sofrer com depressão ao longo da vida. A pesquisa ainda mostrou que outros problemas, como abuso de cigarro e drogas como o álcool, comportamento suicida e comportamentos sexuais de risco também podem ser desencadeados pelos maus-tratos na infância. Os resultados desse trabalho foram publicados dia 27 de Novembro no periódico PLoS Medicine. 
Os autores revisaram 124 estudos sobre o assunto e notaram que as chances de a criança desenvolver depressão triplica se ela sofreu algum tipo de abuso emocional (receber ameaças, ter seu comportamento depreciado) e chega ao dobro no caso de crianças que sofreram apenas abuso físico, quando comparadas com aquelas que nunca sofreram nenhum tipo de violência. Os estudiosos excluíram os abusos sexuais dos dados da pesquisa.
Segundo os autores, crianças que sofreram negligência ou abuso físico e emocional tendem a desenvolver comportamentos de risco que podem levar a doenças crônicas ao longo da vida. Eles afirmam que todas as formas de maus-tratos devem ser consideradas como fatores de risco importantes para a saúde da criança.

Erros mais comuns na educação dos filhos

A criança grita, questiona os limites e desafia os pais, e a primeira saída é partir para ameaças ou mesmo a violência física. Mas até que ponto a autoridade pode chegar? Não há uma fórmula de como educar, mas psicólogos afirmam que o diálogo é sempre a melhor alternativa. Eles dão conselhos para evitar alguns dos erros que os pais mais costumam cometer na hora de ensinar.

Não dar explicações

As regras são mais fáceis de serem seguidas se forem compreendidas. Simplesmente dizer "não pode", "você não vai", pode deixar a criança brava por não entender o motivo. A demonstração de carinho ajuda a mostrar que você impõe regras porque quer o bem do filho.

Contar que o "bicho papão" pode pegar o filho se ele não comer salada nem sempre é uma boa forma de educar. Segundo a psicóloga Rosmairi Oliveira, de São Paulo, a criança fica sempre muito atenta ao comportamento dos pais e pode perceber as pequenas mentiras e passar a mentir também.Contar pequenas mentirinhas

Fazer ameaças

É comum os pais ameaçarem a criança com a punição de tirar-lhe algo bom, ou presenteá-la ao concluir algo de bom. "Isso é condicionar o comportamento, sem mostrar a importância dele", conta a psicóloga Rosmairi. Além disso, ameaçar sem cumprir é ainda pior: isso enfraquece a moral dos pais, pois a palavra fica árida, autoritária e ainda falsa.
Fonte: Minha Vida

domingo, 16 de dezembro de 2012

Óleo de peixe na gravidez diminui os riscos de alergias no bebê

Estudo revela que o consumo regular do alimento pode trazer diversos benefícios. Cientistas australianos descobriram que a ingestão de óleo de peixe durante a gravidez pode proteger o bebê do aparecimento de eczemas, que são afecções cutâneas que costumam inflamar e ressecar a pele.
De acordo com a notícia do jornal britânico The Daily Mail, os testes realizados mostraram que as mães que receberam suplementação com ômega 3 diminuíram em três vezes as chances de que seus filhos tivessem problemas de pele. Ainda, descobriu-se que os bebês tinham 50% menos risco de desenvolver intolerância a ovos nos seus primeiros anos de vida.
Os pesquisadores acreditam que isso aconteça porque o ômega 3 ingerido pela mãe é transferido para o bebê através da placenta e, assim, alcança o sistema imunológico da criança e o proteje dessas condições.
Para chegar a essas conclusões, os cientistas da Adelaide University, na Austrália, acompanharam 706 mulheres grávidas e seus históricos de alergias na família. Metade das voluntárias recebeu suplementação com óleo de peixe três vezes por dia durante as 21 semanas que antecederam o parto. O restante das participantes consumiu óleos vegetais.
Segundo o British Medical Journal, o próximo passo da pesquisa é sondar se o óleo de peixe pode evitar o aparecimento de outras doenças, protegendo as crianças de asma e rinite alérgica, por exemplo.
Mas para aproveitar os benefícios do alimento, é preciso estar atenta com a quantidade ideal de consumo. O governo britânico recomenda a ingestão de, no máximo, quatro porções de peixe por semana, já que os altos índices de mercúrio podem ser prejudiciais ao bebê.
Fonte: TodaEla

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

80 formas como o açúcar pode arruinar a sua saúde


Parece apetitoso? Pense duas vezes antes e consumir.
(Foto: Thinkstock)
O açúcar já é considerado vilão por muitos motivos:  seu alto consumo pode provocar cáries dentárias, engordar, aumentar o surgimento de espinhas na adolescência, influenciar em quadros de diabetes... Enfim, apesar de ser um tempero muito gostoso para alimentos e bebidas, seu consumo em excesso pode ser prejudicial para a saúde de diversas maneiras e em para  pessoas em diferentes idades. 

Além desses efeitos negativos, existem muitos outros que poucas pessoas conhecem. Para desmascarar todo o mal que o açúcar pode fazer, a especialista em alimentação e nutrição Nancy Appleton, baseando-se em inúmeros trabalhos científicos, elaborou uma lista com inúmeros itens que  revelam como o açúcar pode ser prejudicial à saúde. 

Confira 80 desses itens da lista e veja como algo tão doce pode trazer resultados tão amargos para o corpo:

  1. Crianças que bebem refrigerantes (que contém altas taxas de açúcar), em geral, ingerem menos leite.
  2. O açúcar pode deprimir o sistema imunológico.
  3. Pode desequilibrar a relação entre os minerais no organismo.
  4. Pode causar hiperatividade, ansiedade, dificuldade de concentração e distúrbios de humor em crianças.
  5. Pode produzir um aumento significativo dos triglicerídeos.
  6. Reduz as defesas orgânias contra infecções bacterianas.
  7. Causa perda da elasticidade e função dos tecidos – quanto mais açúcar você come, mais elasticidade e função você perde.
  8. Reduz lipoproteínas de alta densidade (HDL).
  9. Pode levar à deficiência de cromo.
  10. Pode estar associado ao câncer de ovários.
  11. Pode elevar rapidamente os níveis de glicose.
  12. Causa deficiência de cobre.
  13. Interfere na absorção de cálcio e magnésio
  14. Pode tornar os olhos mais vulneráveis à degeneração macular relacionada à idade.
  15. Pode produzir acidez no trato digestivo.
  16. Pode causar um rápido aumento nos níeis de adrenalina em crianças.
  17. Pode causar envelhecimento precoce.
  18. Pode causar deterioração dos dentes.
  19. Pode levar à obesidade.
  20. Aumenta o risco de doença de Crohn e colites ulcerativas.
  21. Pode causar úlceras gástricas ou duodenais.
  22. Pode causar artrite.
  23. Pode causar distúrbios de aprendizado em crianças
  24. Contribui para a proliferação da Candida albicans – fungo responsável pela candidíase vaginal, entre outras infecções.
  25. Pode ausar cálculos biliais.
  26. Pode causar doenças do coração.
  27. Pode causar hemorroidas.
  28. Pode causar varizes.
  29. Pode levar a doenças periodontais.
  30. Pode contribuir para a osteoporose.
  31. Pode causar diminuição da sensibilidade à insulina.
  32. Pode diminuir a quantidade de Vitamina E no sangue.
  33. Pode reduzir o nível de hormônio do crescimento.
  34. Pod eaumentar o colesterol.
  35. Aumenta a AGEs.
  36. Pode interferir na absorção de proteínas.
  37. Causa alergia alimentar.
  38. Pode contribuir para o eczema em crianças.
  39. Pode causar doenças cardiovasculares.
  40. Pode prejudicar a estrutura do DNA.
  41. Pode alterar a estrutura das proteínas.
  42. Pode causar rugas pela alteração da estrutura do colágeno.
  43. Pode causar catarata.
  44. Pode causar aterosclerose.
  45. Pode aumentar as lipoproteínas de baixa densidade (LDL).
  46. Reduz a capacidade de funcionamento das enzimas.
  47. Seu consumo está associado ao desenvolvimento da doenças de Parkinson.
  48. Pode aumentar a quantidade de gordura no fígado.
  49. Pode aumentar o tamanho e produzir alterações patológicas nos rins.
  50. Pode danificar o pâncreas.
  51. Pode aumentar a retenção de líquidos no organismo.
  52. Causa constipação.
  53. Pode tornar os tendões mais frágeis.
  54. Pode causar dores de cabeça, inclusive enxaqueca.
  55. Desempenha papel no câncer de pâncreas nem mulheres.
  56. Aumenta o risco de câncer no estômago.
  57. Pode aumentar o risco de desenvolver gota.
  58. Pode contribuir para a doença de Alzheimer.
  59. Pode causar adesividade plaquetária, o que contribui para a formação de coágulos sanguíneos.
  60. Pode causar desequilíbrio hormonal; alguns hormônios tornam-se hipoativos e outros se tornam hiperativos.
  61. Pode levar à formação de cálculos renais.
  62. Pode produzir radicais livres e estresse oxidativo.
  63. Pode levar ao câncer do trato biliar.
  64. Aumenta a concentração de ácidos biliares nas fezes e de enzimas bacterianas no cólon, o que pode produzir compostos cancerígenos a câncer de cólon.
  65. É uma substância que causa dependência.
  66. Pode ser tóxico, como o álcool.
  67. Pode agravar a SPM (Síndrome Pré-Menstrual).
  68. Pode diminuir a estabilidade emocional.
  69. Pode piorar os sintomas de crianças com déficit de atenção.
  70. Pode induzir à morte celular.
  71. Pode aumentar a quantidade de alimento que você ingere.
  72. Pode levar ao câncer de próstata.
  73. Desidrata os recém-nascidos.
  74. Pode aumentar os níveis de homocisteína na corrente sanguínea.
  75. Aumenta o risco de câncer d emama.
  76. Pode causar câncer de reto.
  77. Pode causar câncer de rim.
  78. Pode causar câncer de fígado.
  79. Pode aumentar o ácido úrico no sangue.
  80. É um fator de risco para câncer do intestino delgado.

Depois de conferir alguns itens dessa lista, você com certeza não deve mais sentir tanta vontade assim de consumir esse alimento. Contudo, o sabor doce é quase indispensável à dieta de qualquer pessoa. Se você faz questão de adoçar sua receita, opte por outras alternativas como mel (natural e nutritivo), melado de cana ou adoçantes naturais (como o stevita). Contudo, mesmo essas opções devem ser acrescentadas comedidamente, em pequenas quantidades. 

**Veja a lista completa aqui.

Fonte: Yahoo Mulher

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Cientistas criam camisinha feminina mais confortável e eficaz


A camisinha feminina está longe de ser o método de prevenção e contracepção mais utilizado. Mas esse cenário pode mudar – cientistas da Universidade de Washington desenvolveram uma nova camisinha feminina que, além de ser fina e conter propriedades espermicidas, se dissolve dentro do corpo da mulher após o uso, liberando drogas que previnem DSTs.
Elas são feitas de um nanotecido produzido através de um processo chamado ‘electrospinning’, que forma fibras prendendo líquidos em campos elétricos. Seria fácil controlar a força das fibras, sua solubilidade e forma, além de ser possível inserir medicamentos dentro da fórmula. E o uso seria como o de um anel vaginal.
Apesar do preço da invenção ainda não ser estimado, os seus criadores afirmam que ela seria extremamente barata.
Mulher – você usaria uma camisinha que se dissolve em seu interior? Deixe sua opinião nos comentários.
Via Gizmodo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mulheres loiras traem mais


O site Cheaterville.com, que funciona como uma rede social com o tema traições (os usuários escrevem bobeiras depoimentos sobre antigos casos e namorados que já os traíram), analisou os dados e histórias das pessoas cadastradas e descobriu que as loiras costumam trair mais do que as morenas. Entre as mulheres que confessaram já ter traído um parceiro, 42% eram loiras. As ruivas apareciam em segundo lugar, com 23%, seguidas pelas moças de cabelos castanhos (20%) e pretos (11%).
Já entre os homens, os mais sacanas do site tinham cabelos castanhos (em 40% das traições eram deles). Depois vinham os donos de cabeleiras pretas (32%), loiros (20%) e ruivos (5%).
Ou seja, se pessoas inteligentes traem mais, e loiras pulam mais a cerca, é o fim da linha para aquele papo de “loira burra” (viu, tudo tem um lado bom). Mas talvez isso seja culpa dos homens, que, dizem por aí, preferem as loiras.
Dá para concordar com essa pesquisa?
Crédito da foto: flickr.com/mkorchia

sábado, 8 de dezembro de 2012

O que você diz influencia seu emagrecimento

Cuidado com o que diz! (Foto: iStock)

O jornal norte-americano Journal of Consumer Research revelou um estudo que, no mínimo, deu o que pensar sobre o quão apenas a alimentação influencia o emagrecimento: 80% das mulheres se mantêm firmes na dieta e alcançam os resultados desejados ao recusarem as tentações gastronômicas com “Não vou comer isso”, enquanto apenas 10% conseguem o mesmo usando a frase “Não posso comer isso”, que é muito parecida, mas não quer dizer a mesma coisa. 

Enquanto pensar (e dizer)  “não vou” significa uma resolução, uma detrminação; o “não posso” significa uma privação contra a própria vontade, um sacrifício. Esse sentimento sujeita a mulher ao desejo ardente de devorar o alimento, segundo explicou a autora do estudo, Vanessa Patrick, da Universidade de Houston, nos EUA. 

A diferença, na realidade, está em como a pessoa se posiciona e se sente frente à dieta: uma decisão que irá alterar seu futuro de forma positiva ou uma limitação infeliz, algo do qual você está relutantemente abrindo mão?  São essas pequenas atitudes e pensamentos que podem determinar o fracasso ou o sucesso da sua dieta.

Fonte: Yahoo Mulher

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Células-tronco podem ser extraídas do sangue

Unidades que reparam vasos danificados foram convertidos em células-tronco
Método britânico é mais seguro e eficiente que sistema conhecidos até agora, segundo estudo.    

Cientistas da Universidade de Cambridge desenvolveram uma técnica de produção de células-tronco a partir do sangue dos próprios pacientes, o que pode abrir caminho para novos tratamentos de uma série de doenças, segundo o estudo publicado no jornal especializado Translational Medicine.

As células foram usadas para a produção de vasos sanguíneos. Segundo o estudo, os pesquisadores acreditam que o método possa se tornar um dos mais seguros e rápidos para a extração de células-tronco, mas alertaram que ainda não têm certeza se o procedimento é totalmente viável.

Embora seu uso seja motivo de polêmica, as células-troncos são uma das maiores esperanças da medicina científica. Elas podem se transformar em qualquer outra célula ou tecido do corpo, podendo, portanto, restaurar partes danificadas do coração, do cérebro e até dos olhos e dos ossos.

Uma das fontes das células-troncos são os embriões, mas esse método de extração é bastante controverso. Além disso, tais células podem ser rejeitadas pelo corpo receptor assim como ocorre com os transplantes de órgãos. Há pesquisas que mostram que células da pele retiradas de adultos podem ser convertidas em células-tronco e que não há riscos de rejeição.

A equipe de Cambridge procurou nas amostras sanguíneas células reparadoras capazes de restaurar os vasos danificados. Essas unidades, posteriormente, foram convertidas em células-tronco.

Amer Rana, uma das pesquisadoras envolvidas, afirmou que o método é melhor que aquele que extrai as células da pele. "Estamos empolgados por termos desenvolvido um método prático e eficiente para criar células-tronco a partir de uma unidade sanguínea. A biópsia de tecidos não é desejável para crianças e idosos, mas ter amostras de sangue coletadas é comum para todos os pacientes", disse.

Ainda segundo a pesquisadora, as células coletadas pareciam mais seguras para uso que as provenientes da pele. "O fato de essas estruturas serem estáveis é promissor. O próximo estágio obviamente é dizer 'se podemos fazer isso, vamos produzir células para tratamentos clínicos'. Poderemos então usar essa tecnologia nas clínicas pela primeira vez", concluiu.

Chris Mason, especialista em medicina regenerativa na Universidade de Londres, disse que o trabalho de Cambridge é "maravilhoso". "É muito mais fácil pegar células-tronco de amostras sanguíneas que de amostras de pele. É um grande avanço. Mas as células-tronco pluripotentes (aquelas convertidas a partir de células adultas) ainda são novas, precisamos de mais experiência para reprogramar as células de uma maneira totalmente segura', completou.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Tire suas dúvidas sobre o câncer colorretal

ESCRITO POR: Artur Malzyner - Oncologia

Alimentação correta e estilo de vida saudável ajudam a prevenir a doença. O câncer colorretal é um tumor que nasce das células que revestem o intestino grosso. No início, ele é caracterizado por pequenos nódulos benignos, chamados de pólipos. Mas no decorrer de alguns anos, esses pequenos nós podem sofrer transformações, tornando-se malignos.


Alimentação

Fatores relacionados ao estilo de vida parecem desempenhar importante papel na origem deste tumor. A alimentação é um dos fatores primordiais. Os alimentos associados ao aumento de risco de desenvolver câncer intestinal são os defumados, como, por exemplo, lombinho e peito de peru; os embutidos, como salsichas e outros frios; além da carne vermelha e do churrasco, gorduras saturadas de origem animal. O consumo excessivo de álcool é também um fator de risco. 
 Por outro lado, alguns alimentos são conhecidos como protetores contra o câncer intestinal. São eles: frutas, verduras, legumes e grãos, ricos em fibras, cálcio e ácido fólico além de outros elementos que favorecem a saúde do intestino. A atividade física rotineira e a manutenção do peso saudável também são medidas de reconhecido valor contra o câncer colo-retal.

Diagnóstico

 Os fatores que podem estar associados ao desenvolvimento de tumores intestinais são: o envelhecimento, a existência de câncer intestinal entre familiares e a presença de outras doenças intestinais.
"Os fatores que podem estar associados ao desenvolvimento de tumores intestinais são: o envelhecimento, a existência de câncer intestinal entre familiares e a presença de outras doenças intestinais"
 Além da prevenção, o diagnóstico precoce é também capaz de evitar as consequências fatais do câncer intestinal. Este é exatamente o papel dos exames. É indicada a colonoscopia - introdução de uma câmera de televisão para examinar todo o intestino grosso e detectar pólipos, tumores ou outras moléstias em uma fase precoce de sua evolução, em que o paciente ainda está sem sintomas. Diagnosticado nestas condições, a remoção dos pólipos ou a retirada cirúrgica de um câncer já estabelecido tem grandes chances de cura.
 A colonoscopia está indicada em pessoas com idade de 50 anos ou mais. Deve ser repetida, se não constar alterações, em espaços de tempo de até dez anos. Recomenda-se colonoscopia em pessoas mais jovens no caso de histórico familiar de câncer ou polipose, bem como com antecedentes de outras moléstias inflamatórias, como, por exemplo, doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.
 A pesquisa de sangue oculto, ainda que controverso - dadas as dificuldades associadas ao método e pela menor sensibilidade que tem relação à colonoscopia - pode também ser um exame útil no diagnóstico precoce do câncer intestinal.
 Portanto, boa alimentação, vida saudável, bem como a realização periódica dos exames para diagnóstico precoce, tendem a reduzir dramaticamente a mortalidade pelo câncer intestinal.
Fonte: Minha Vida

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tudo sobre Hiperêmese gravídica


O que é Hiperêmese gravídica?

Hiperênese gravídica tem relação com hormônio HCG
Por conta das alterações hormonais, a maioria das grávidas apresenta um quadro de êmese gravídica, ou seja, vômitos durante a gravidez. Essa é uma alteração fisiológica natural da gestante, que pode ser controlada com uma alimentação saudável e fracionada. Já a hiperêmese gravídica é o excesso de náuseas e vômitos durante a gestação, impedindo a gestante de comer adequadamente e atrapalhando a rotina. Tanto a ênese quanto a hiperêmese gravídica são mais comuns no primeiro trimestre de gestação, mas dependendo da gravidade podem durar até 20 semanas. Até um 1,5% da população pode sofrer com a doença.

Causas

Tanto a êmese quanto a hiperêmese são causadas pelo hormônio HCG, que é produzido pela placenta durante a gestação, causando os vômitos. Por conta disso, é comum mulheres com altos níveis desse hormônio serem mais suscetíveis à hiperêmese, assim como grávidas de gêmeos, pois a placenta é maior e portanto produz mais hormônios. No entanto, pode ser que a uma gestante com níveis normais de HCG sofra hiperêmese, assim com uma grávida com altos níveis do hormônio não sofra - essa não é uma relação direta. Ela também é comumente relacionada com mulheres que sofrem de algum distúrbio psicológico, como depressão ou gravidez indesejada, mas não existem estudos que comprovem essa relação.

Sintomas de Hiperêmese gravídica

A grávida vomita tudo o que come, apresenta ganho de peso abaixo dos sete quilos ou emagrecimento, boca seca e tem uma constante sensação de fraqueza e mal-estar. A gestante também não percebe melhora no quadro nem mesmo com uso de medicamentos regulares para enjoo.

Buscando ajuda médica

Se a grávida perceber que os vômitos não passam, o melhor a fazer é procurar um médico obstetra, de preferência aquele que está acompanhando a gestação desde o início nas avaliações de pré-natal. Ele fará uma análise clínica do quadro e um exame de sangue, para entender a gravidade do problema e se houve um desequilíbrio eletrolítico (perda excessiva de sódio, potássio, cloro e outros minerais), comum em casos de desidratação. É possível que o médico também faça outros exames para descartar a possibilidade de outras doenças que têm o vômito como sintoma, como problemas na vesícula e até mesmo câncer. Tudo dependerá do histórico médico da gestante.

Tratamento de Hiperêmese gravídica

Pelo fato de a gestante não conseguir se alimentar por via oral sem vomitar, a recomendação é interná-la para que receba soro na veia e faça um jejum absoluto com acompanhamento médico. A medicação administrada por via venosa é a mesma usada para combater as náuseas da quimioterapia.

Complicações possíveis

Equilíbrio hidroeletrolítico e desidratação para a gestante, que podem acarretar em baixo peso e nascimento de bebê prematuro.

Prevenção

Não existem orientações específicas para prevenir a hiperêmese gravídica. No pré-natal, normalmente o obstetra recomenda uma dieta fracionada, evitando grandes porções e longos períodos em jejum, deixando de lado alimentos muito gordurosos e condimentados.

Fonte: Minha Vida