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domingo, 16 de dezembro de 2012

Óleo de peixe na gravidez diminui os riscos de alergias no bebê

Estudo revela que o consumo regular do alimento pode trazer diversos benefícios. Cientistas australianos descobriram que a ingestão de óleo de peixe durante a gravidez pode proteger o bebê do aparecimento de eczemas, que são afecções cutâneas que costumam inflamar e ressecar a pele.
De acordo com a notícia do jornal britânico The Daily Mail, os testes realizados mostraram que as mães que receberam suplementação com ômega 3 diminuíram em três vezes as chances de que seus filhos tivessem problemas de pele. Ainda, descobriu-se que os bebês tinham 50% menos risco de desenvolver intolerância a ovos nos seus primeiros anos de vida.
Os pesquisadores acreditam que isso aconteça porque o ômega 3 ingerido pela mãe é transferido para o bebê através da placenta e, assim, alcança o sistema imunológico da criança e o proteje dessas condições.
Para chegar a essas conclusões, os cientistas da Adelaide University, na Austrália, acompanharam 706 mulheres grávidas e seus históricos de alergias na família. Metade das voluntárias recebeu suplementação com óleo de peixe três vezes por dia durante as 21 semanas que antecederam o parto. O restante das participantes consumiu óleos vegetais.
Segundo o British Medical Journal, o próximo passo da pesquisa é sondar se o óleo de peixe pode evitar o aparecimento de outras doenças, protegendo as crianças de asma e rinite alérgica, por exemplo.
Mas para aproveitar os benefícios do alimento, é preciso estar atenta com a quantidade ideal de consumo. O governo britânico recomenda a ingestão de, no máximo, quatro porções de peixe por semana, já que os altos índices de mercúrio podem ser prejudiciais ao bebê.
Fonte: TodaEla

sábado, 15 de dezembro de 2012

Qualidade do esperma piorou nos últimos 20 anos

Foto: Reprodução

A qualidade e a quantidade de espermatozoides presentes no sêmen caiu cerca de 32% nos últimos 17 anos - 1,9% ao ano. A descoberta foi publicada na revista científica "Human Reproduction", após estudo com 26,6 mil homens no mundo todo. Isso pode reduzir as probabilidades de gravidez.
Em homens com idade média de 35 anos, a concentração de espermatozoides caiu de 73,6 milhões por mililitro (ml), em 1989, para 49,9 milhões/ml, em 2005. Neste período, houve também uma redução de 33,4% na porcentagem de espermatozoides morfologicamente normais, em estudo realizado na França.
O caso francês serve de referência para o mundo. Outros dois estudos mostram queda na qualidade do sêmen: a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia aponta queda da qualidade do sêmen desde 1930. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) precisou rever seus critérios sobre fertilidade masculina.
Com isso, a OMS revisou para baixo os valores considerados normais: de 20 milhões/ml na concentração para 15 milhões/ml; de 50% de espermatozoides móveis no sêmen para 40%. Outros índices tidos como normais no exame são: mais de 60% de espermatozoides vivos e mais de 4% de formas normais nos gametas.
Há alguns indícios sobre quais são os motivos da queda da qualidade do esperma humano, como tabagismo, poluição, estresse e obesidade.
Para combater o problema, dieta balanceada e exercício físico são algumas das recomendações. O balanço hormonal, afetado por substâncias químicas, também pode contribuir, segundo equipe de pesquisadores do estudo francês. Além disso, antioxidantes, como vitaminas C, E e ácido fólico, podem aumentar a fertilidade.
Fonte: O Globo

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Cientistas criam camisinha feminina mais confortável e eficaz


A camisinha feminina está longe de ser o método de prevenção e contracepção mais utilizado. Mas esse cenário pode mudar – cientistas da Universidade de Washington desenvolveram uma nova camisinha feminina que, além de ser fina e conter propriedades espermicidas, se dissolve dentro do corpo da mulher após o uso, liberando drogas que previnem DSTs.
Elas são feitas de um nanotecido produzido através de um processo chamado ‘electrospinning’, que forma fibras prendendo líquidos em campos elétricos. Seria fácil controlar a força das fibras, sua solubilidade e forma, além de ser possível inserir medicamentos dentro da fórmula. E o uso seria como o de um anel vaginal.
Apesar do preço da invenção ainda não ser estimado, os seus criadores afirmam que ela seria extremamente barata.
Mulher – você usaria uma camisinha que se dissolve em seu interior? Deixe sua opinião nos comentários.
Via Gizmodo

sábado, 8 de dezembro de 2012

O que você diz influencia seu emagrecimento

Cuidado com o que diz! (Foto: iStock)

O jornal norte-americano Journal of Consumer Research revelou um estudo que, no mínimo, deu o que pensar sobre o quão apenas a alimentação influencia o emagrecimento: 80% das mulheres se mantêm firmes na dieta e alcançam os resultados desejados ao recusarem as tentações gastronômicas com “Não vou comer isso”, enquanto apenas 10% conseguem o mesmo usando a frase “Não posso comer isso”, que é muito parecida, mas não quer dizer a mesma coisa. 

Enquanto pensar (e dizer)  “não vou” significa uma resolução, uma detrminação; o “não posso” significa uma privação contra a própria vontade, um sacrifício. Esse sentimento sujeita a mulher ao desejo ardente de devorar o alimento, segundo explicou a autora do estudo, Vanessa Patrick, da Universidade de Houston, nos EUA. 

A diferença, na realidade, está em como a pessoa se posiciona e se sente frente à dieta: uma decisão que irá alterar seu futuro de forma positiva ou uma limitação infeliz, algo do qual você está relutantemente abrindo mão?  São essas pequenas atitudes e pensamentos que podem determinar o fracasso ou o sucesso da sua dieta.

Fonte: Yahoo Mulher

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tudo sobre Hiperêmese gravídica


O que é Hiperêmese gravídica?

Hiperênese gravídica tem relação com hormônio HCG
Por conta das alterações hormonais, a maioria das grávidas apresenta um quadro de êmese gravídica, ou seja, vômitos durante a gravidez. Essa é uma alteração fisiológica natural da gestante, que pode ser controlada com uma alimentação saudável e fracionada. Já a hiperêmese gravídica é o excesso de náuseas e vômitos durante a gestação, impedindo a gestante de comer adequadamente e atrapalhando a rotina. Tanto a ênese quanto a hiperêmese gravídica são mais comuns no primeiro trimestre de gestação, mas dependendo da gravidade podem durar até 20 semanas. Até um 1,5% da população pode sofrer com a doença.

Causas

Tanto a êmese quanto a hiperêmese são causadas pelo hormônio HCG, que é produzido pela placenta durante a gestação, causando os vômitos. Por conta disso, é comum mulheres com altos níveis desse hormônio serem mais suscetíveis à hiperêmese, assim como grávidas de gêmeos, pois a placenta é maior e portanto produz mais hormônios. No entanto, pode ser que a uma gestante com níveis normais de HCG sofra hiperêmese, assim com uma grávida com altos níveis do hormônio não sofra - essa não é uma relação direta. Ela também é comumente relacionada com mulheres que sofrem de algum distúrbio psicológico, como depressão ou gravidez indesejada, mas não existem estudos que comprovem essa relação.

Sintomas de Hiperêmese gravídica

A grávida vomita tudo o que come, apresenta ganho de peso abaixo dos sete quilos ou emagrecimento, boca seca e tem uma constante sensação de fraqueza e mal-estar. A gestante também não percebe melhora no quadro nem mesmo com uso de medicamentos regulares para enjoo.

Buscando ajuda médica

Se a grávida perceber que os vômitos não passam, o melhor a fazer é procurar um médico obstetra, de preferência aquele que está acompanhando a gestação desde o início nas avaliações de pré-natal. Ele fará uma análise clínica do quadro e um exame de sangue, para entender a gravidade do problema e se houve um desequilíbrio eletrolítico (perda excessiva de sódio, potássio, cloro e outros minerais), comum em casos de desidratação. É possível que o médico também faça outros exames para descartar a possibilidade de outras doenças que têm o vômito como sintoma, como problemas na vesícula e até mesmo câncer. Tudo dependerá do histórico médico da gestante.

Tratamento de Hiperêmese gravídica

Pelo fato de a gestante não conseguir se alimentar por via oral sem vomitar, a recomendação é interná-la para que receba soro na veia e faça um jejum absoluto com acompanhamento médico. A medicação administrada por via venosa é a mesma usada para combater as náuseas da quimioterapia.

Complicações possíveis

Equilíbrio hidroeletrolítico e desidratação para a gestante, que podem acarretar em baixo peso e nascimento de bebê prematuro.

Prevenção

Não existem orientações específicas para prevenir a hiperêmese gravídica. No pré-natal, normalmente o obstetra recomenda uma dieta fracionada, evitando grandes porções e longos períodos em jejum, deixando de lado alimentos muito gordurosos e condimentados.

Fonte: Minha Vida

sábado, 10 de novembro de 2012

Um em cada cinco homens com problemas sexuais se automedica, diz estudo

O Viagra é um dos medicamentos consumidos pelos homens a fim de tratar disfunção erétil (Foto: SXC)
"Os efeitos colaterais são perigosos, mas há ainda o risco da dependência psicológica", afirma médico do Centro de Referência em Saúde do Homem. Um em cada 5 pacientes de 20 a 35 anos que apresentam problemas sexuais já se automedicou com algum tipo de estimulante, seja remédios, como Viagra, ou fitoterápicos, como Ginkgo biloba e ginseng. Esse é o resultado de uma pesquisa feita pelo Centro de Referência em Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Na hora da consulta, as explicações que mais ocorrem são a curiosidade, a vontade de aprimorar o desempenho sexual e o receio de falhar no momento da relação. No entanto, os comprimidos não apresentam resultados para grande parte dos homens, segundo Joaquim Claro, médico-chefe do serviço de urologia do hospital.
Joaquim lembra que esses remédios podem desencadear dores de cabeça e musculares, diarreia, alergias, visão dupla e, em casos mais severos, até cegueira. Em associação com outros medicamentos, podem causar ainda hipertensão e enfarte. Por isso, somente um especialista pode diagnosticar a necessidade de uso e, ainda, o melhor método.“A medicação não é instantânea e muito menos mágica como acreditam os pacientes. Se o indivíduo já é saudável, o pênis dele não vai ficar ainda mais rígido após o consumo. Portanto, não vai haver mudança no desempenho”, afirma o médico.
“Os efeitos colaterais são perigosos, mas há ainda o risco da dependência psicológica. O homem passa a supervalorizar a droga e liga o seu próprio desempenho sexual ao uso do remédio", diz. Esta atitude gera um grau elevado de ansiedade e o paciente fica com medo de não ter mais relações satisfatórias se não contar com a ajuda medicamentosa."
Segundo Claro, a prática de atividade física é uma maneira saudável e eficaz de melhorar a atuação na hora do sexo. Os exercícios contribuem com o condicionamento físico, melhoram a circulação sanguínea e aumentam resistência trabalhando as regiões do peito, ombros, braços e pernas, além de elevar a autoestima.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cientistas de Cambridge revelam como nós esquecemos as memórias ruins


Experimento aponta que nosso cérebro conta com duas estratégias básicas para tentar apagar aquelas lembranças indesejadas. Você já leu aqui na GALILEU que cientistas descobriram uma droga que apaga as memórias indesejadas de nossa mente.  Agora, se você é uma pessoa saudável e séria, que não costuma recorrer às drogas para resolver seus conflitos mentais, saiba que também já pode usufruir das maravilhas de ser o próprio editor do seu cérebro. Basta um pouco de ginástica cerebral. 


São dois os caminhos principais. Na chamada supressão direta a ideia é inibir o processamento do hipocampo que acontece no córtex dorsolateral pré-frontal direito. Isso significa que a pessoa corta o mal pela raiz e para de pensar naquilo assim que a memória ruim surge – você desconecta a parte do cérebro responsável pela retenção das memórias episódicas. Em outras palavras, a pessoa força seu cérebro a interromper o processo de lembrar de uma coisa, de qualquer coisa. A outra maneira é a substituição de pensamento. Essa estratégia funciona de maneira oposta à supressão: você deve forçar seu cérebro a pensar em outra coisa, estimular a recuperação de lembranças de outros episódios, mais agradáveis, de preferência. 

Para realizar o experimento, os 36 voluntários deviam memorizar pares de palavras para, em seguida, tentar esquecê-los. Foi esse processo que os cientistas olharam bem de perto, através da ressonância magnética, para chegar às conclusões do estudo. O mais incrível é que esses dois métodos, apesar de contarem com mecanismos opostos, acontecem naturalmente dentro de nossos cérebros – cada pessoa leva mais jeito pra um tipo de esquecimento. 


sábado, 3 de dezembro de 2011

Hormônio do Crescimento

o QUE É?
  É um hormônio existente em todas as pessoas normais, que é produzido pela glândula hipófise, situada na base do crânio. A sua estrutura de aminoácidos é conhecida há mais de 40 anos e há mais de 10 anos foi sintetizado através de técnicas transgênicas, estando disponível para uso em diversas situações.
QUAL A SUA FUNÇÃO NO ORGANISMO?
  É importante para o crescimento desde os primeiros anos de vida até o fechamento das cartilagens de crescimento dos ossos (epífises), o que ocorre no final da puberdade, em geral, entre os 15 e os 20 anos de idade.
  A liberação normal ocorre durante o sono normal, havendo 3 a 4 picos em cada noite de sono. Estes picos são maiores durante a puberdade e tendem a diminuir com a idade em todas as pessoas.
  O controle da secreção do GH por parte da hipófise é regulado por uma região do cérebro denominada hipotálamo, que produz dois hormônios. Um deles é estimulador da liberação do GH, chamado de GHRH (do inglês: GH- releasing hormone) e o outro é inibidor, denominado somatostatina.
  Sua ação se faz diretamente em alguns tecidos do organismo e, principalmente, através da produção de fatores de crescimento, especialmente um fator semelhante à insulina, denominado "IGF-1" (abreviatura da sigla inglesa: "insulin growth factor" número 1).
O QUE SE SENTE NA SUA FALTA OU EXCESSO?
  A falta do GH provoca uma doença denominada hipopituitarismo, e o excesso acromegalia, que estão descritos em itens específicos deste site.
QUANDO ESTÁ INDICADO TRATAMENTO COM GH?
  O tratamento de reposição hormonal com GH está indicado nas situações a seguir: 
-Quando se demonstra a sua deficiência (hipopituitarismo), ou seja:
   1.Baixa estatura ou nanismo de causa hipofisária (hipopituitarismo), usualmente associada com a reposição de outros hormônios que também estão deficientes.
   2.Hipopituitarismo do adulto ou deficiência de GH do adulto, normalmente decorrente de doença hipofisária ou após cirurgia e/ou radioterapia sobre a hipófise.
-Em doenças onde sua reposição pode provocar efeitos benéficos sobre o crescimento:
   1.Síndrome de Turner: baixa estatura em meninas associada à falência de desenvolvimento da puberdade e alterações em diversas partes do organismo, provocadas pela falta ou anomalia de um dos cromossomos x (cariótipo 46 x0)
   2.Crianças e adolescentes com insuficiência renal crônica, associado ao manejo da doença renal e diversos tratamentos de suporte
   3.Algumas doenças genéticas onde ocorrem defeitos de formação óssea (displasias ósseas), sendo nestes casos indicado somente em algumas doenças específicas e com o cuidado de não haver piora das proporções entre as diversas parte do corpo (membros superiores e inferiores, tronco e abdômen.
  É importante registrar que, para reposição de GH, devemos utilizar apenas o hormônio sintético. O hormônio humano, obtido a partir de hipófise de cadáveres, não deve ser empregado devido ao risco de contaminação com várias e graves doenças. O uso de hormônios extraídos de animais é também totalmente contra-indicado, não só pelo risco de contaminação, como também pela reação alérgica que pode provocar em função do fato do hormônio animal ter uma estrutura molecular diferente.


Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?501